03/06/2026
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Ebola no RJ: Fiocruz descarta caso suspeito

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) descartou neste domingo (31/5) um caso suspeito de ebola em um paciente que estava internado sob isolamento no Rio de Janeiro após retornar de Uganda, país africano que possui áreas com registros da doença.

O homem foi internado no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) no sábado (30/5), após apresentar sintomas como tosse, calafrios e diarreia. Por precaução, foi adotado o protocolo de isolamento.

Exames realizados pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em amostras de sangue, saliva e urina descartaram a infecção por ebola. Com o resultado negativo, o paciente deixou o isolamento preventivo.

Poucas horas após a internação, os profissionais de saúde coletaram amostras para investigação das possíveis causas dos sintomas apresentados pelo paciente vindo de Uganda. Os testes laboratoriais apontaram resultado positivo para malária, doença transmitida por mosquitos e comum em diversas regiões da África. O tratamento segue sendo realizado pela equipe médica.

A adoção das medidas de segurança ocorreu porque o paciente havia chegado recentemente de uma área considerada sensível para monitoramento de doenças infecciosas. Após a conclusão dos exames, a Fiocruz informou que o risco de transmissão do ebola no Brasil é considerado baixo neste momento.

A instituição destacou que os protocolos de vigilância funcionaram corretamente, permitindo a rápida identificação do quadro clínico e a exclusão da suspeita da doença viral.

Enquanto o caso do Rio foi descartado, autoridades de saúde seguem acompanhando uma outra suspeita registrada em São Paulo. O paciente é um imigrante da República Democrática do Congo internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde e o Ministério da Saúde, os exames específicos devem ter resultado divulgado na segunda-feira (1º).

Quando um paciente apresenta sintomas compatíveis e possui histórico recente de viagem para áreas de risco, equipes médicas seguem protocolos rígidos de segurança e monitoramento. Essas medidas incluem isolamento preventivo, coleta de amostras biológicas e análises laboratoriais especializadas. O objetivo é proteger profissionais de saúde, pacientes e a população enquanto o diagnóstico é confirmado.

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