03/06/2026
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Anvisa proíbe hidratante facial sem registro e alerta salões

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a proibição da comercialização do hidratante facial Skin Face – Clareador Noite. A medida de segurança foi motivada pela ausência de autorização de funcionamento da empresa fabricante e pela falta de registro sanitário obrigatório do item.

Produtos cosméticos necessitam de aprovação da Anvisa para garantir que seus componentes são seguros para a pele humana. O uso de itens sem procedência comprovada oferece riscos como reações alérgicas severas, dermatites de contato e intoxicações, já que não há controle sobre os insumos utilizados na fórmula.

A falta de registro sanitário indica que o produto não passou por testes de qualidade ou eficácia antes de ser ofertado ao público. A proibição visa proteger a saúde dos consumidores de possíveis danos causados por substâncias desconhecidas em sua composição.

Utilizar itens de beleza sem certificação expõe o rosto a ingredientes potencialmente tóxicos ou contaminados. Em um hidratante clareador, a presença de substâncias proibidas ou em concentrações inadequadas pode causar manchas permanentes e sensibilização extrema aos raios solares.

Para verificar se um cosmético está dentro das normas, o consumidor deve buscar o número de registro na embalagem, que geralmente começa com o dígito 2. Também é possível consultar a regularidade do item no site oficial do órgão regulador, usando o nome do fabricante ou o código de barras.

A compra em canais oficiais e revendedores autorizados diminui o risco de adquirir itens clandestinos. É recomendável evitar promoções excessivas em sites desconhecidos ou perfis de redes sociais que não fornecem informações claras sobre a origem dos produtos.

Orientações para consumidores

Quem já adquiriu o hidratante Skin Face – Clareador Noite deve interromper imediatamente o uso. O descarte correto deve ser feito para evitar que outras pessoas tenham acesso ao cosmético proibido, sendo recomendável seguir as orientações locais de destinação de resíduos químicos.

Se você utilizou o produto e notou sintomas como vermelhidão, coceira ou ardor na pele, procure orientação médica. Guardar a embalagem pode ajudar em eventuais registros de reclamações nos canais de defesa do consumidor, caso seja necessário solicitar o reembolso do valor pago.

A fiscalização de cosméticos irregulares também conta com a colaboração da população. Caso identifique a comercialização do produto em salões, lojas físicas ou plataformas digitais, é fundamental realizar uma denúncia formal para que as autoridades sanitárias locais possam atuar na apreensão do lote.

Sobre o autor: Equipe Editorial

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